domingo, maio 09, 2004

As chuvas de Maio que eu odeio

Idílio


Quando eu morrer, quero que o mundo pare.
Não por egoísmo, nem narcisismo.
Quero que se apercebam da morte,
algo que nem o poeta consegue explicar.

Quero ver um funeral triste,
quero ouvir choro ao baixar do caixão,
sentir a terra a cair-me no rosto
E talvez aí…seja o fim.

Irei ouvir o canto dos anjos até me sufocarem.
A poeira que se levantará serás tu,
e da minha morte só sobrará o nome.
Quero sentir-me vivo...

.........Não é a maneira como agimos que faz de nós seres melhores ou piores...é o que pensamos...

para quem quer que aí esteja...